Archive for the Artes gráficas category
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Texto de Hamilton Terni Costa (Fonte: Revista Abigraf Edição 250)

Pressionada de um lado pelos novos meios de comunicação digitais e por outro pelas questões de sustentabilidade, em especial a utilização do papel como suporte, a indústria gráfica vem se repensando, preocupada, sobretudo, em adequar-se a essas novas demandas sociais e em como se reinventar para permanecer como um negócio viável nos próximos anos.
Este artigo pretende apresentar uma visão geral da indústria, as diferenças entre os mercados maduros e os emergentes, os desafios dentro das principais cadeias de valor onde a gráfica está inserida, as mudanças na sociedade e as possíveis alternativas que o negócio gráfico tem para se reinventar e agregar valor aos seus clientes e usuários, única maneira de continuar se mantendo economicamente viável.

A INDÚSTRIA INVISÍVEL E SUA UTILIDADE
O produto gráfico está em praticamente todos os ambientes em que vivemos e lidamos com ele várias vezes ao longo do dia. Não há como pensar em uma atividade humana que, de alguma forma, não esteja em contato com um material impresso. De tanto conviver com esses materiais e produtos, o leigo no mundo gráfico nem sequer o identifica como um produto gráfico. Seu foco de atenção está na sua funcionalidade: leitura, informação, conservação, comunicação, identificação, etc. Por não vermos o produto e sim sua funcionalidade há muito cunhamos o termo “indústria invisível” para qualificar a indústria gráfica.

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Sabe aqueles dias que dá vontade de mandar o cliente para o inferno quando ele manda imagens dentro do Word? Com o novo pacote da Microsoft então, que não dava para clicar e salvar a imagem, a coisa ficou ainda mais irritante. Pois um amigo de trabalho me ensinou uma coisa realmente impressionante, então resolvi partilhar, mas funciona apenas para arquivos docx.

  • Salve o arquivo docx com as fotos no seu computador.
  • Mude a extensão dele para zip.
  • Clique com o botão direito no arquivo e mande extrair o conteúdo.
  • BINGO!!! As imagens foram salvas uma a uma com todas as características do original.

Simples, fácil e vai salvar o dia de muito designer!!!

Dica do Fábio Verdeli

Copiei na íntegra do Design On The Rocks

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Nota extraída do site do Professor Sergio Campelo

Galera, como essa dúvida é muito frequente entre os alunos dos cursos de pré-impressão, faço uma breve explicação logo abaixo. Qualquer dúvida, só contactar.

LPI: Linhas de pontos por polegada, é a unidade de medida da lineatura, que está vinculada ao papel e ao sistema de impressão utilizado.

DPI: pontos por polegada, resolução de imagem e impressão.

Existe uma equivalência entre a escolha da resolução e a lineatura utilizada. Por exemplo: a lineatura do papel couché (revestido) para impressão offset é de 150 lpi. Para saber qual a melhor resolução de imagem para esse tipo de papel é só multiplicar essa mesma lineatura por 2. Então fica assim: 150 x 2 = 300dpi. Para esse tipo de papel a resolução mais adequada é 300 dpi, que é uma resolução para impressão em alta qualidade. Isso não acontece com o jornal, por exemplo. Sua lineatura varia de 80 a 100 lpi. Isso quer dizer que basta 200dpi de resolução para imprimir nesse papel de baixa qualidade.

Quanto maior for a resolução o ponto fica mais junto, correto?

Sim. A polegada quadrada não muda, ela equivale a 2,54cm. Quanto mais pontos vc colocar nesse espaço, mas apertadinhos eles vão ficar, fazendo com que a resolução melhore. Mas o topo da qualidade é 300 dpi, acima disso já não se percebe a diferença.

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Um logotipo para empresa de treinamento de pessoal Deb, Inner Strength.

Conceitualmente o feelling é que “pull-ups” estão entre as mais cruéis do exercício, e, portanto, necessária a maioria de força interior.

Havia cerca de 20 desenhos de mulheres rasgadas fazendo flexões e 4 revisões Illustrator para chegar à versão final.


créditos: http://blog.noaesthetic.com/2008/01/inner-strength-logo.html

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Tashi Mannox, desenvolveu a caligrafia artista em scripts tibetano e iconografia. Tashi identifica três categorias dentro do corpo de sua arte que pode ser vagamente descritas como caligrafia tibetana: Contemporâneo e Tradicional; Contemporary Black on Black e Iluminado iconográficas.

Com o terceiro e mais recente da categoria, Tashi desenvolveu uma abordagem utilizando imagens icônicas poderosas de arte sacra tibetana. Essas peças são iluminadas em cores, a dança caligrafia tibetana com imagens iconográficas, para comunicar a um nível mais profundo, explorando temas filosóficos budistas. Essas peças têm afastado da tinta preta tradicional chinesa sobre um fundo branco para o uso de pintura completa de cor acrílica, folha de ouro e prata.

Para obter mais informações sobre esta nova coleção , clique aqui.

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Arquivos digitais: a quem pertecem?

Considerações acerca do direito patrimonial sobre o know-how do designer

A tecnologia digital trouxe para a nossa profissão, além dos benefícios amplamente conhecidos, uma questão delicada, que é o direito à posse de arquivos. Essa questão sempre levanta dúvidas, por parte dos designers, e mal-entendidos, por parte dos clientes. Voltando um pouco mais atrás, na época em que se trabalhava no papel, no tempo do “paste-up” e dos “over-lays”, após a execução dos fotolitos e da impressão, muitos profissionais entregavam estes materiais para o cliente.

Acontece que a “tecnologia” daquela época era um dificultador para a alteração do trabalho pelo cliente, e esta quase sempre era solicitada para o profissional autor do projeto. Neste contexto, era mais fácil garantir que o trabalho não seria modificado sem a concordância do designer.

Infelizmente, nos tempos atuais até o próprio cliente tem sua empresa suficientemente informatizada, permitindo que qualquer um de seus funcionários possa fazer alterações nos arquivos, visto que muitos softwares podem ser operados em ambas as plataformas (PC ou Mac).

Além disso muitas gráficas e bureaus também cometem o “pecado” de mexer nos arquivos a pedido do cliente com o pretexto de atualizar dados ou imagens, e com isso acabam alterando o projeto original sem nenhuma consulta prévia ao seu autor.

É importante relembrarmos alguns aspectos relacionados com os direitos e deveres que envolvem as duas partes: clientes e designers.

Quando da contratação de um designer/escritório devem ser estabelecidos quais os trabalhos que serão desenvolvidos, quais as finalidades dos mesmos e a respectiva remuneração.

De acordo com a lei autoral, a criação implica a titularidade dos direitos autorais (morais e patrimoniais) aos designers/escritórios.

Somente através de instrumentos próprios (contratos de cessão de direitos autorais) os designers/escritórios cedem seus direitos aos clientes, porém não sem ônus.
Caso isso não seja feito, o cliente não pode utilizar a criação do profissional de designer além do que foi estabelecido no contrato (verbal ou escrito).

O arquivo digital, um instrumento essencial para o designer, é também de fundamental importância para o desenvolvimento de novos projetos, bem como para a renovação do projeto anterior, de preferência fechado, porque a utilização, além do que foi estabelecido (contrato), dependerá de autorização do criador do trabalho e, por conseqüência, do respectivo pagamento.

Se o designer, de comum acordo com o cliente, decide entregar um arquivo aberto, portanto editável, deverá estabelecer por escrito em que condições poderão ocorrer novas edições e eventuais alterações, seja através do designer autor ou de terceiros (gráficas, bureaus e outros).

É importante lembrar que todo e qualquer negócio que envolva direitos autorais deve ser interpretado restritivamente, ou seja, apenas o cliente pode utilizar a criação intelectual de terceiros dentro da finalidade, período, território e condições previamente ajustadas.

Portanto, fica claro que o cliente deve receber somente uma cópia fechada do arquivo para que, na medida em que for necessário realizar novos trabalhos a partir do projeto original ou atualizá-lo, o designer participe de sua execução diretamente ou de sua negociação.

Pelo exposto acima, é recomendável que os designers adotem uma postura profissional mais homogênea para que os clientes possam entender e respeitar nossos direitos. Estas questões são de extrema importância para a sedimentação de nossa profissão e de sua correta visibilidade no mercado.

Sônia Carvalho
Designer e membro do Conselho de Ética da ADG
Texto extraído do número 23 da Revista da Associação dos Designers Gráficos / Brasil.

Extraído do site http://www.elmefaria.com.br/

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Concordo com isso.  Mas é utopia na prática. Na maioria das vezes os arquivos são copiados indiscriminadamente, sem consulta nem aviso. A saída é tornar seu trabalho imprescindível ao cliente se preocupando em atendê-lo bem e fazê-lo entender que ninguém mais poderá fazer melhor aquilo o que você faz. Se ele for atraído por propostas fracas e trabalhos baratos, entenda que ele não é cliente pra você.

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http://www.semanainternacional.com.br/Home/

Venha conferir de perto as últimas novidades,
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Eu vou! você vai?

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Texto interessante extraído do blog QuickPrinting.
Em inglês, mas pra quem preferir é só utilizar o nosso tradutor aqui em cima.

The Future of Offset Printing

Bob Hall
Executive Editor, Quick Printing magazine

I just got back from the Sir Speedy/PIP Printing convention in St. Louis. Other than it being hotter than the hinges of Hades, it was a fun time. Once again I was confronted by a few folks wanting my opinion on the future of offset printing. They quoted such stalwart gurus as Frank Romano in predicting that offset was on the long downhill slide into irrelevance. I replied “Balderdash” or words to that effect.

Sure, digital printing is where the growth is and digital printing will wind up with more and more of the “marks on paper” work we do. However, at the same time that digital is capturing a larger percentage of the information communications market, that market is getting is getting larger. Some of that new information will stay in electronic form but there will still be a robust and growing appetite for printed stuff — whether digital or offset.

Bottom line is that offset — while accounting for a smaller percentage of overall information communications — will continue to account for a big bunch of dollars for the foreseeable future.

Remember, as long as you take in work in digital form, your customers will see you as a digital printer whether you output on an iGen3 or hang CTP plates on a Ryobi or Heidelberg press.

Conclusão: As impressões digitais ganharão espaço, mas as Offset tem muito chão pela frente. Proponho uma convergência Steampunk das duas! Ficaria bem bacana.

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Na alegoria “Primeira Impressão” do Salgueiro, que simboliza a oficina de Gutenberg, 53 artistas da Intrépida Trupe recriam o balé dos tipos móveis. Pra quem não sabe, Gutenberg é o inventor da imprensa. O primeiro livro impresso por Gutenberg foi a Bíblia.

Momento trocadilho literal: Esse desfile deixou uma boa impressão na Sapucaí. Principalmente para nós, designers.

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Solna 125 na Arte & Cor com sistema de molha contínua e tambor inteiriço trabalhando a todo vapor como se fosse uma 4 cores. É bonito de ver. Todo trabalho gráfico é uma arte. Desde quando começamos a desenvolver a arte final, depois vem o CTP, fotolito. Quando chega a hora de imprimir, vai para o acabamento e depois o manuseio. Não tem jeito, até chegar na sua embalagem e ser entregue ao consumidor final tem muito trabalho envolvido antes de se completar o feedback do cliente.
No final toda equipe analisa a peça como se fosse uma obra prima que saiu de uma só mão, mas fabricada por todos.
Por isso eu digo e repito – Todo trabalho gráfico é uma arte. (Ted Benati)

Melhor ainda se sair de uma Solna 125 com molha contínua.


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